sábado, 7 de abril de 2012

Aprendendo com Rachmaninov e Ashkenazy

Além da Rádio Cultura e Cristina Ortiz

Outro dia, peguei o trânsito das 18:00h para vir para casa e, como sempre, vinha ouvindo o programa da Radio Cultura, das 18:00 às 19:00h, apresentado por àquele regente que a direção neoliberal queria demitir e, depois da pressão dos ouvintes, voltou atrás. Deu-me branco no nome do regente, mas isto não diminui sua importância.

Ele fez uma programa somente falando da pianista Cristina Ortiz, que ela é baiana, que faz muito sucesso no exterior, que já tocou com as melhores orquestras e tantas outras coisas que, aproveitando que no dia 30 de março eu iria ao Concerto da OSESP, na Sala São Paulo, pensei em comprar o disco com ela tocando o Concerto para Piano e Orquestra numero 2, de Rachmaninov.

Além de prestigiar esta baiana famosa, eu aprenderia um pouco mais de Rachmaninov.

Acontece que na sala de livros e cds da Sala São Paulo não tinha o cd com Cristina Ortiz. Mas me apresentaram um cd duplo com os QUATRO Concertos de Rachmaninov para Piano e Orquestra, tendo ao piano Vladimir Ashkenazy. A vendedora, com forte sotaque alemão, me dizia que eu teria uma grata surpresa com a qualidade da música, do intérprete e também da gravação, era importado.

Como tinha o Concerto numero 2, eu comprei. Mas, para minha surpresa, o concerto que eu estou mais gostando é o número 3. Como eu já ouvi os dois discos muitas vezes no trânsito, talvez conforme o dia eu goste mais de um do que do outro Concerto.

Neste Sábado de Páscoa, depois de fazer nossa caminhada no Parque Villa Lobos, eu fui e voltei ouvindo o mesmo Concerto numero3, várias vezes.

Ouçam o primeiro movimento, “Allegro ma non tanto” e vejam como eu tenho razão. É muito bonito.

Ashkenazy - Rachmaninov - piano concerto no.3 op.30



O curioso foi que depois eu descobri que Vladimir Ashkenazy
foi um dos professores de Cristina Ortiz.
O mundo é realmente pequeno e cheio de coincidências

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