segunda-feira, 26 de março de 2012

Enquanto alguns reclamam

Gerdau ajuda Dilma e o Brasil

Eu imagino o que os tucanos e seus jornalistas devem dizer de Gerdau. Devem chamá-lo de ingrato, traidor e neopetista. Vejam o depoimento de Luis Nassif sobre as contribuições que Gerdau tem dado aos governos municipais, estaduais e federal.
Nós precisamos de gente assim, para fazer um grande Compromisso de Gestão em todos os níveis. Inclusive no Judiciário e na Imprensa.
O Brasil realmente precisa de um “choque de gestão” em todos os níveis.

Os caminhos da gestão no governo Dilma

Luis Nassif - Coluna Econômica - 26/03/2012

O grande empresário Jorge Gerdau, animado com os rumos do país,julga que a gestão Dilma Rousseff, se mantiver esse pique por oito anos, mudará definitivamente a cara do Brasil, completando o trabalho de Lula - a quem reputa de "intuitivo genial".

Há dez anos foi criado o Movimento Brasil Competitivo (MBC).
Nasceu do Prêmio de Qualidade do Governo Federal - do qual Gerdau, outras lideranças do movimento e eu próprio.
A intenção do MBC foi a de, no formato de OSCIP, juntar doações do setor privado e público para projetos de gestão na área pública.

O primeiro estado a aderir foi o Ceará, na área de educação. Depois, Minas Gerais. Antes disso, alguns estados conduziram programas bem sucedidos de qualidade, mobilizando micro, pequenas e grandes empresas e área pública em geral. Foi assim com os Movimentos Gaúcho, Mineiro e Fluminense pela Qualidade.

Há três anos, o MBC realizou sua primeira parceria com a área federal, ajudando o Ministério do Desenvolvimento Social a incorporar modernas ferramentas de gestão.Nesse período, Gerdau conviveu com a então Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no Conselho de Administração da Petrobras.

Dessa convivência surgiu o convite de Dilma para que Gerdau ajudasse o governo na área de gestão pública.
Houve uma reunião no Palácio do Planalto onde Gerdau expôs as experiências acumuladas com os movimentos estaduais. Dado o peso da União no federalismo brasileiro, abria-se espaço para um trabalho com muito maior impacto.
A missão conferida foi a de prestar assessoria, estabelecer diretrizes estratégicas e planos de ação, propor e avaliar iniciativas da área pública, supervisionar e acompanhar. Criava-se a Câmara de Gestão e Competitividade.
Do lado do governo, foram indicados os Ministros do Planejamento, da Casa Civil, do Desenvolvimento e de Ciência e Tecnologia. Do lado do setor privado, optou-se por quem pudesse agregar experiência e conhecimento, não necessariamente por presidentes de entidades.

O ponto crítico na área de governos - especialmente do federal, pelo tamanho - é a governança. Ou seja, a capacidade de ter visão estratégica, para que a gestão se torne cada vez mais objetiva e eficiente. E a capacidade da máquina de entregar o que lhe é solicitado: os planos de ação dos governantes.

Nos últimos 15 anos, empresas privadas nacionais que se internacionalizaram foram obrigadas a desenvolver aprendizado com o instituto da governança. Isto é, de entregar ao acionista o que foi prometido no plano de ação.
Setor muito mais complexo, a área pública não tem estudiosos do tema de governança.

As ações da Câmara, foram, então, divididas em três áreas distintas. No campo das execuções, melhoroias de processos em áreas críticas, como no aeroporto de Guarulhos, Ministérios da Saúde, Justiça, Transportes, Comunicações, Meio Ambiente, Corrreios, Anvisa.No campo da governança, montagem de sistemas de monitoramento de 11 projetos temáticos, nos temas mais caros à Dilma - como exclusão da miséria.Contratou-se a McKinsey, com experiências internacionais. E informatizou-se.Gerdau surpreendeu-se com a maneira como a máquina respondeu ao desafio.

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