terça-feira, 6 de março de 2012

Crítica Construtiva

Rosas Especiais

Desde criança a gente aprende a conviver com as palavras e os comportamentos.
Assim são reproduzidos os valores sociais e as culturas.

O Estadão de hoje faz um Editorial com o título “Crítica Construtiva”, se justificando perante o judiciário paulista e o nervosismo de determinado desembargador. Um equívoco!
A imprensa para ser livre precisa ter o direito de crítica. Até aí o jornal está certíssimo.
Mas, quando acrescenta a palavra “construtiva”, o jornal reconhece que, em outras situações usa da “Crítica Destrutiva ou Manipuladora”. E assim perde a razão.

Eu sempre gostei do Estadão, mas ultimamente o jornal anda meio esquisito.
Ainda bem que nos cadernos de economia, cultura e esporte, o pessoal “novo” ainda não meteu as mãos.
A qualidade continua.

Eu, como assinante, quero que o jornal Estadão continue um jornal crítico. Ponto! Sem adjetivos!
Não precisamos de uma imprensa de conveniência ou oportunista. Precisamos ajudar o Brasil a se modernizar em todos os níveis, inclusive no Judiciário.

Por falar em Judiciário, a entrevista da jurista do CNJ, Eliana Calmon com Sonia Racy estava dez!
Não se intimidem! Mantenham a coragem histórica do Estadão.

E para não dizer que não falei de flores,
vejam este pequeno jardim da Vila Madalena.
Uma casa antiga, simples, numa rua pouco conhecida,
mas capazes de manter a beleza das flores e do bairro.

Vejam estas Roseiras:


Elas estão plantadas numa casa da Rua Lira, na Vila Madalena.

Bem Aventurados os Simples porque herdarão a Terra.
Espero que a poder público garanta a sobrevivência destes moradores simples da Vila Madalena,
por que se depender das Construtoras eles irão desaparecer antes do que a gente imagina.

Mas as rosas não desaparecerão...


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