quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

São Paulo merece?

Falta respeito à Cidade

Acompanhar o noticiário sobre as eleições municipais deste ano dá nojo aos leitores e ouvintes. É uma verdadeira vergonha! Cada político fala o que quer, negando tudo que disse antes, os programas eleitorais e partidários não servem para nada. É uma promiscuidade só. Inclusive da Imprensa. Jogam tudo na sarjeta. Estão ridicularizando nossa Cidade.

A população de São Paulo, as entidades da Sociedade Civil e cada cidadão individualmente, deveriam lançar um movimento por Eleições com Dignidade e Respeito pela Cidade. Imaginem conviver com esta baixaria até o mês de novembro? E quando começar o horário eleitoral? Já pensaram?

Como os políticos e articulistas estão mentindo intencionalmente, é provável que, junto com as mentiras, estejam dizendo algumas verdades. Como nesta matéria abaixo:

Kassab diz que Serra deixará PSDB se for eleito

Josias de Souza – 29/02/2012 – UOL - Folha SP

Em seus diálogos privados, Gilberto Kassab informa que, se for eleito para a prefeitura de São Paulo,
o tucano José Serra vai romper com o PSDB e abandonar os quadros da legenda.

Na versão difundida por Kassab nos subterrâneos, Serra pretende articular a formação de um novo partido.
A base dessa legenda seria o PSD. Ao partido presidido por Kassab seriam incorporadas outras agremiações.
Nesses diálogos travados a portas fechadas, Kassab repete algo que disse sob holofotes.
Segundo ele, Serra não cogita disputar a Presidência da República em 2014.
Planeja dedicar-se à prefeitura.

Em conversa com o blog, um dos ouvidos que escutaram Kassab juntou as duas pontas da argumentação e concluiu: não faz nexo. Indaga-se: por que Serra iria à nova legenda se não pretendesse ressuscitar o projeto presidencial que o PSDB lhe sonega?

A interlocutores petistas, Kassab adiciona outro dado. Afirma que, em São Paulo, sua aliança é com Serra, não com o PSDB. Diz não ter compromisso, por exemplo, com a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin.

Reitera que, no plano federal, nada muda. O seu PSD continuará atuando no Congresso como força auxiliar do governo Dilma Rousseff.
Lamenta que tenha desandado a negociação que o levaria a apoiar Fernando Haddad na capital paulista.

Kassab atribui ao próprio PT o malogro da articulação.
Recorda que, antes do Carnaval, aconselhara ao petismo que apressasse o fechamento do acordo.
Rememora detalhes das conversas que manteve com Lula e Dilma Rousseff.

Dissera a ambos que, se Serra entrasse no jogo, não teria como se esquivar de apoiá-lo.
Achava que, selado o acordo do PSD com o PT em torno da candidatura de Haddad, o amigo tucano não seria candidato hoje.
A demora do petismo, diz ele, trouxe Serra à disputa.

Observação do blogueiro:

Se pode confundir, para que esclarecer?
Entendeu?

Um comentário: