segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dilma os Bancos e os Juros

Ela também reconhece os abusos

Depois Joel reclama que eu falo mais de Dilma do que de Lula. Esta mulher está mudando o Brasil!
Lula já mudou o Brasil dos pobres e dos ricos, agora Dilma está moralizando a administração.

Vejam a matéria abaixo sobre a cobrança que ela está fazendo em relação aos juros abusivos dos bancos e administradoras de cartões de crédito. Até parece que “ela ouviu nossas preces ou leu nosso blog”.

Ainda nesta manhã eu ouvia de uma profissional de limpeza do nosso prédio, que ela estava socorrendo o filho que está endividado nos bancos e nos cartões de crédito. Ela, coitada, ganhando como faxineira e tendo que usar seu salário para pagar dívidas do filho com celulares e outras coisitas mais, que nossa sociedade de consumo estimula. E os pobres pagam as contas, quando podem ou tem as mães para ajudar. Ainda bem que Dilma também é mãe e avó. Tem coração.

Só ela e o Banco Central para botarem limite na ganância dos bancos.E a Federação Nacional dos Bancos ainda tem coragem de falar um monte de bobagens sobre custos financeiros. Chamem o ladrão!

Dilma quer coibir ganho excessivo de banco

O GLOBO - Economia - RIO DE JANEIRO - RJ - 10/02/2012 - Pág. 29 BRASÍLIA.

As altas taxas de juros cobradas pelos bancos entraram na mira da presidente Dilma Rousseff. Em reuniões com a equipe econômica, ela tem dito que não vê justificativa para que o custo dos empréstimos ainda se mantenha tão elevado no Brasil, especialmente num momento em que o Banco Central (BC) está reduzindo a Taxa Selic.

Por isso, a presidente já encomendou aos técnicos um estudo sobre a composição do spread (diferença entre o que o banco paga para captar dinheiro e quanto ele cobra para emprestar) e o que pode ser feito para que ele seja reduzido. O pedido vem num momento em que os bancos batem recordes de lucros.

— A presidente quer reabrir logo essa agenda do spread bancário — disse um integrante da equipe econômica. Para Dilma, como o BC já sinalizou que vai manter as taxas básicas de juros em queda (hoje estão em 10,5% ao ano), deixando as mais próximas do padrão internacional, estaria na hora de pressionar as instituições financeiras a baixarem o que cobram tanto de empresas quanto de pessoas físicas, especialmente nos cartões de crédito. O maior acesso da população ao crédito é uma das armas com as quais o governo conta para turbinar a atividade econômica em 2012.

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