quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O sol depois da chuva

Ainda não é o dilúvio

A imprensa tem mostrado as chuvas de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Todos os anos são as mesmas tragédias, variando somente de intensidade.

Os moradores reclamam, os políticos responsabilizam as chuvas
e os mortos são contabilizados e devidamente enterrados.
E os fatos se repetem todos os anos.

O curioso é que os governadores dos três estados são de partidos políticos diferentes. Mesmo em Belo Horizonte, portanto em Minas Gerais, já passaram PC-B, PT e agora é PSB, aliado de Aécio.

E tudo continua quase igual, as tragédias continuam acontecendo.
Os políticos, em vez de ficarem falando mal um do outro,
deveriam se unir para proteger as cidades e as pessoas.

Aqui em São Paulo, capital, o sol voltou a aparecer.
As chuvas, por enquanto são menores, como as tragédias.

Ao chegar em casa, no final da tarde de segunda-feira, da janela do nosso quarto, que no fim de semana só se avistava chuvas, deu para ver o brilho do sol em nossas plantas.


Se olharmos com atenção, veremos quatro tipos de plantas significativas:
Nossa árvore à esquerda, o pé de primavera brotando novas flores, o jasmim crescendo como trepadeira no pé da primavera, e à direita os pés de bambu. Não deu para ver os pés de Nandina e as plantas dos degraus.

Em 2012 será assim, dias com chuvas e dias com sol.
Ambos são importantes, podem nos fazer muito bem,
mas em excesso, fazem mal.

As enchentes também podem ser reduzidas.
Se somos capazes de fazer pontes, prédios e represas,
também somos capazes construir casas em lugares protegidos e seguros.
E canalizar os córregos e os rios.

É tudo uma questão de prioridade das pessoas
e dos poderes públicos eleitos pelas pessoas.
Neste ano podemos exercitar uma boa escolha.
Vamos escolher bem os prefeitos e vereadores.
É um bom começo, para cada um fazer sua parte.

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