segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

FHC odiava Funcionário Público

Agora os Bancos bajulam estes trabalhadores

No governo FHC os funcionários públicos ficaram DEZ ANOS sem receber aumento salarial. O governo FHC, apoiado pela imprensa que denegria a imagem dos funcionários públicos, promoveu dezenas de Planos de Demissões Voluntárias e não abria concursos para admissão de novos funcionários. Foram dez anos de arrocho salarial, necessidades e humilhações. Isto por que FHC era funcionário público, professor da USP e o pai era general do Exército.

Já no governo Lula,
os funcionários públicos passaram a ter aumentos reais de salários, revisão de funções, tendo atualização de mercado dos salários, e houve centenas de concursos em todas as áreas do serviço público. Os funcionários públicos voltaram a ter DIGNIDADE.

Agora são os Bancos, que sempre deram sustentação à privataria tucana, que bajulam os funcionários públicos atrás das folhas de pagamentos e das contas correntes. Nada melhor do que um dia atrás do outro e ter um governo comprometido com os trabalhadores. Com Dilma, mesmo tendo mais austeridade no momento, a política de valorização do servidor público continua.

Vejam um resumo da matéria publicada no jornal Valor de hoje:

“Bancos derrubam tarifas para ganhar funcionário público
Valor – 02/01/1912 - Por Carolina Mandl e Sérgio Ruck Bueno | De São Paulo e de Porto Alegre

A partir de hoje, os cerca de 13 milhões de servidores públicos brasileiros vão poder escolher livremente o banco no qual querem receber seus salários. É o início de uma disputa entre instituições financeiras que já dá pistas de que pode chegar ao bolso dos correntistas.

Para enfrentar o assédio dos concorrentes sobre sua clientela e para conquistar novos correntistas, os bancos já montam pacotes de serviços com redução de tarifa. Hoje, o Santander coloca no ar uma campanha com promoções, que incluem tarifa zero e cartão de crédito sem mensalidade para os assalariados. No Rio, o Itaú Unibanco já faz contrapropostas para os 460 mil servidores estaduais que passaram hoje a ter conta no Bradesco - que, procurado, preferiu não se pronunciar. O Banrisul, que tem uma base de 500 mil funcionários públicos, também monta novas tarifas. E a Caixa vai isentar de tarifas na cesta básica de serviços por um ano os servidores que optarem por receber pelo banco.

Não é um público qualquer que está em questão. São trabalhadores que ganham R$ 2,3 mil por mês, enquanto a média brasileira é de R$ 1,6 mil, segundo dados do Ministério do Trabalho. Só em crédito consignado, aquele com desconto direto na folha de pagamento dos trabalhadores, os servidores consomem R$ 136 bilhões de uma carteira total de R$ 160 bilhões.

Essa nova competição que começa em torno dos clientes não significa, porém, que os bancos ficarão completamente livres de uma outra disputa, que se dá nos leilões promovidos por Estados e municípios por suas folhas de pagamento. A percepção dos executivos ouvidos pelo Valor é que essas disputas milionárias vão se reduzir, mas não acabar. Isso porque ter o cadastro do cliente, com renda, telefone e endereço facilita a conquista dele. Mesmo não garantindo que o cliente manterá o dinheiro na conta depois de o banco pagar milhões ao Estado ou município, dados valiosos estão em jogo. Mas que podem passar a valer menos com o início da portabilidade.

E não é só isso. Muitas vezes, só quem ganhou a folha de um determinado local pode instalar agências e caixas eletrônicos dentro da repartição pública. "Quando se trata de pessoas físicas, estar fisicamente perto do cliente é importante", disse Sérgio Nazaré, diretor de clientes do Banco do Brasil.

Apesar disso, o Banco do Brasil não está disposto a entrar em novos leilões de folhas de pagamento neste momento. Dono da maior carteira de servidores do país, com 6,7 milhões de correntistas, vai se concentrar agora na manutenção da clientela que já tem ou na conquista dela.

Ninguém acredita, porém, que de uma hora para a outra milhares de clientes vão mudar de banco só por causa do início da portabilidade. "Funcionários da iniciativa privada já podem fazer isso, mas poucos efetivamente tiram proveito dessa alternativa. Precisa de um tempo. É como aconteceu com o celular", disse Coutinho, do Santander, referindo-se à portabilidade dos números de telefones entre as diferentes operadoras.”

2 comentários:

  1. Gostaria que o senhor comentasse sua afirmação, feita nesse artigo há 6 meses, de que o governo Dilma continua com uma política de valorização do servidor público.

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