terça-feira, 24 de janeiro de 2012

E o mundo não se acabou

De volta prá casa...

Depois de doze dias sem ler jornais, ver televisão, ouvir rádios e noticiários, voltamos para casa e, para nossa alegria o mundo não acabou...

Fomos visitar meus pais, que estão com 88 anos de idade e moram em Serrinha, no interior da Bahia. E, como ninguém é de ferro, passamos uma semana na Praia do Forte, numa pousada do lado do Projeto Tamar e do Farol do Forte. Tiramos tantas fotos de Serrinha e da Praia do Forte que vão abastecer o blog por um ano. Simplesmente divino!

Flores, comida típica, muita simpatia das pessoas, a alegria dos avós, tios e primos encontrarem a médica recém formada,e a nossa própria alegria, tanto minha que saí de lá logo após fazer 16 anos, como da minha filha e de minha esposa.

A ida para a Praia do Forte para “tomar conta das águas”, já que a maré subia e depois descia, parecendo que as águas iam embora, como no filme dos Dez Mandamentos, quando Moisés abre o mar... O mar não deixa as pessoas, as pessoas que maltratam o mar.

Por vários motivos, inclusive para mostrar que era possível escrever, sobre coisas boas e sobre coisas ruins, sem ser tão negativistas como são nossos jornais, rádios e tvs, preparei os textos com antecedência, programei os dias a serem publicados e, graças à tecnologia, deu tudo certinho.

Os textos foram postados direitinho, os acessos foram em quantidade, tanto no Brasil como no exterior. Tivemos até mais um país, agora foi alguém de CHIPRE. Não é chic? Seja bem vindo!

Hoje cedo, ao pegar os jornais, encontramos as mesmas manchetes, as mesmas fotos, as mesmas noticias negativas. Ou os jornalistas não conhecem a Praia do Forte, na Bahia, ou os patrões pagam para eles serem chatos... Tem gente que ganha para ser chato.

Veja algumas flores, e vocês vão ver que eu tenho razão:
Um outro olhar é possível...

– Vejam estas flores da Praia do Forte. Impactantes!

E quando chegamos em São Paulo ontem, no final da tarde, o tempo estava bom, não chovia, o trânsito de Congonhas até a Vila Madalena estava livre, livre e ao chegar em casa.... encontramos flores e mais flores.

– E estas da nossa vizinha, estão mais floridas do que as publicadas ontem.

E quando fui à padaria comprar pão e suco, encontrei novamente as Rosas da Padaria...
Simplesmente divinas!


E vocês ainda vão ver muitas flores e muitas histórias...
Apesar do mau-humor da nossa imprensa.

E a boa sugestão de Joel Bueno, nosso velho parceiro:


3 comentários:

  1. Gilmar, quem diria, matando a pau na internet. Há um ano ele não sabia como postar fotos no blog. Agora até programa os posts com antecedência!

    Parabéns, camarada ex-tecnofóbico!

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  2. http://www.youtube.com/watch?v=abVNWgeonOY

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  3. Tudo bem... e o mundo não se acabou...

    Mas no Pinheirinho, o mundo (ou parte dele) se acabou para mais de mil pessoas.

    Mais de mil pessoas (eu estou escrevendo pessoas) foram trituradas pela Polícia Militar de São Paulo.

    Não há justiça (ah! os advogados, os juízes...) que justifique a ação da PM PAULISTA, apesar da opinião - não se trata mais do que um palpite, e muito infeliz - do presidente do Superior Tribunal de Justiça.

    Um Horror, uma tragédia desnecessária.

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