quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Brasil e China ajudam a GM

E todas as outras Montadoras

A grande notícia de ontem foi a importância da ajuda do Brasil na recuperação do Santander e da Espanha.

Hoje, a grande notícia na Economia é que a General Motor voltou a ser a maior montadora do mundo. E o destaque foi também a contribuição das vendas no Brasil e na China para reconquistar o mercado. Mesmo a Volkswagen, que conquistou o segundo lugar, conta fortemente com o Brasil e a China.

Vejam o resumo da matéria do Estadão:

“GM volta a ser a maior montadora do mundo

Empresa, que havia perdido a liderança para a Toyota em 2008, tem a maior parte dos negócios gerada em países emergentes
10 de janeiro de 2012 | 22h 41- Cleide Silva, O Estado de S. Paulo

DETROIT - Depois de quase ir a falência e ser salva por ajuda governamental, a General Motors voltou a ser a número um do mundo em vendas, recuperando posto perdido para a Toyota em 2008, após 77 anos na liderança do mercado mundial de automóveis.

A marca americana vem ampliando suas vendas, principalmente nos países emergentes, mas a volta ao topo se deve principalmente pelos problemas enfrentados pela concorrente japonesa depois do o terremoto seguido de tsunami ocorrido no início do ano passado.

Os números oficiais de vendas serão divulgados amanhã, mas as projeções de analistas apontam para vendas perto de 8,5 milhões de veículos em 2011.

Ontem, o presidente mundial da GM, Dan Akerson, confirmou a conquista em entrevista a um grupo de jornalistas brasileiros no Salão Internacional do Automóvel, evento que abrirá as portas ao público no sábado. "Somos de novo a maior montadora do mundo, mas ainda temos muito trabalho a ser feito", afirmou o executivo.

A Toyota também foi ultrapassada pela Volkswagen,
que vendeu pouco mais de 8 milhões de veículos e ficou em segundo lugar no ranking. A companhia alemã trabalha fortemente para ser a líder em 2018, quando pretende vender 10 milhões de veículos, sendo 1 milhão no Brasil.

Segundo Akerson, 60% das vendas da marca ocorreram fora dos Estados Unidos. O país-sede da companhia, que tradicionalmente respondia por metade das vendas, agora participa com cerca de 30%.

A maior parcela dos negócios atualmente vem dos países emergentes, especialmente China e Brasil, respectivamente segundo e terceiro maiores mercados para a GM no mundo, com chances de os EUA serem ultrapassado pela China."

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