segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Argélia, Noruega e México

Taiwan, Irlanda, Angola e Dinamarca

O que faz com que pessoas nestes países visitem nosso Blog?
Continentes tão distintos?

Já são 56 países que visitam nosso Blog. A média é de oito a dez por dia. É claro que sempre temos gente dos Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Japão, Suíça, Canadá, França, Reino Unido, Rússia, China, Israel, Ucrânia, Índia e muitos outros países que acessam o blog com regularidade.

Minha alegria com a Argélia é especial, sem desmerecer a Noruega e o México, dois países que têm lindas histórias. Mas a Argélia é o primeiro país muçulmano a acessar nosso blog. Eu sempre quis dialogar com os muçulmanos. Tenho vários livros sobre o assunto, fui e divulguei muito à Exposição sobre a Arte Islâmica que aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil no ano passado. Foi simplesmente maravilhosa, vista por centenas de milhares de pessoas. Até ganhei o livro especial sobre a exposição.

Além de ser o primeiro país muçulmano a acessar nosso blog. A Argélia tem outras coisas importantes para nós. Muitos brasileiros quando foram para o EXÍLIO, por causa da ditadura militar brasileira, foram para a Argélia. O mais ilustre deles foi nosso saudoso Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco.

Além de acolher os brasileiros, quantos de nós já se emocionaram assistindo ao filme “A Batalha de Argel”, mostrando a resistência argelina contra a ocupação francesa. Foi uma guerra longa e que foi conquistando o apoio da população, até a expulsão definitiva dos franceses. É um filme que serve como referência para muitas coisas.

A Argélia também possibilitou o surgimento de muitos escritores e jogadores de futebol. Camus e Zidane, mesmo tendo feito sucesso na França, tiveram como origem a Argélia.

Não conheço a música e as flores da Argélia, como conheço a música da Noruega ou a rica história do México antes da ocupação espanhola. Mas, imagino que quem acessou nosso blog, deve ter se surpreendido pela quantidade de flores e de “causos” presentes nas mensagens.

Para estimular que mais gente da Argélia, como também da Noruega, do México, de Taiwan, da Irlanda, de Angola e da Dinamarca, continuem acessando nosso blog. Além de todos os demais países que já acessam regularmente, resolvi recuperar duas fotos de flores que possam dizer alguma coisa agradável.

Primeiro quero mostrar as mariazinhas. Estão entre as pedras do nosso jardim japonês, são de várias cores e estão presente durante todo o ano. Nos alegra em todas as estações...


Estas outras também pequenininhas, são plantadas em pequenos vasos, sob os pés de bambu.
Quando elas ficam muito bonitas, minha esposa gosta de levar para dentro de casa para iluminar nosso ambiente interno.


Esta história de levar flores para animar o ambiente doméstico é muito comum nos mais diversos países do mundo. Eu me lembro bem que quando ia para a Holanda, nas viagens sindicais e de cooperativismo, via as pessoas pararem nas floriculturas das estações de trem e comprarem pequenos vasos de flores para colocarem nas janelas e moveis das casas.

Uma vez, na Cidade do Cabo, na África do Sul, fiquei surpreso em ver uma favela que tinha muitos vasos de flores, apesar da simplicidade da moradia.

E aqui no Brasil, em qualquer região do país, a gente sempre encontra pessoas que cultivam flores. Mesmo no Nordeste, com o semiárido, lá tem muitas flores e músicas.

Já falei que as ROMÃS, são originárias da Pérsia antiga, atual Irã
.
Quem sabe o pessoal do Irã comece a gostar de dialogar sobre flores e assim comecem a falar mais da Paz do que da Guerra.
O pessoal da Argélia pode nos ensinar como dialogar com os muçulmanos e se eles gostam de flores.
Confesso que topo mandar muitas fotos de flores para eles.





Um comentário:

  1. Camarada Gilmar, bom texto. Aprendi coisas novas.

    Um reparo na última parte: O pessoal do Irã está pensando em o que fazer para se defender da guerra que já começou.

    Os inimigos e assassinos, inclusive dos civis iranianos como os cientistas, são os EUA e Israel.

    Abrçaos, William Mendes

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