quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O quê falam as Rosas?

Cada casa uma história

Neste final de semana finalmente eu pude tirar algumas fotos das rosas da vizinhança.Indo para a padaria passei em frente à casa que há tempo eu olhava as rosas do jardim. Sabia que lá morava um casal já de idade e que cuida das flores com carinho.


Apesar da idade avançada, eles molham as plantas no final da tarde e podam as roseiras com cuidado para que elas se renovem cada vez mais bonitas.
Voltando da padaria, atravessei a rua e ao passar em frente à loja que vende água, na casa ao lado, que também mora um casal de idosos, com um cachorrinho poodle, vi que pendia para fora da grade do jardim uma rosa branca, bem chamativa.


Enquanto preparava para tirar a foto, vi que no chão do jardim caminhava uma sabiá. Ela ficou olhando-me e quando viu que eu ia tirar a foto, saiu caminhando para não ser fotografada.



Mais tarde, quando fui à Rotisserie Manjericão, vi que na casa ao lado, no jardim tinha várias rosas.


Vejam que rosa impactante?

E voltando da rotisserie, encontrei outra casa com um jardim muito atraente.

Eram flores de várias cores e formas: Rosas e Dálias.

A foto não é de perto por que eu tive que colocar os braços pelos ferros da grade do jardim e meu celular não tem objetiva para longe.

O que tem estas rosas em comum? Todas elas estão em casas de casais idosos. Será que os jovens não gostam de rosas? Ou são os arquitetos e o pessoal de jardinagem que acham as rosas coisas de velhos?


Realmente, ao olhar o livro “A rosa do povo” de Drumond e ouvir músicas sobre rosas, percebemos que são escritos e composições de autores dos velhos tempos. Mas, ao ir para casa e passar na Avenida Dr. Arnaldo, vejo que as flores que mais são vendidas nas floriculturas da avenida, são as rosas e as orquídeas.

Talvez por eu também já me sentir velho, continuo com uma admiração imensa pelas rosas. E um profundo respeito por estes “velhos” que ainda tem forças para cultivá-las.

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