quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Dia 22 Dilma estará com a gente

Dilma abraça os trabalhadores

Desde 2002 os trabalhadores brasileiros estão acostumados a ver o seu presidente da república vir ao seu encontro no Natal. Em 500 anos de história, o Brasil nunca tinha visto um presidente abraçar um morador de rua ou um catador de papel e papelão que vende para sustentar-se e dorme nas marquises dos prédios.

Lula começou esta nova fase de valorização dos trabalhadores mais pobres e Dilma está dando continuidade ao programa Natal com os Recicladores de São Paulo. Já foi assim no ano passado e nesta quinta-feira, dia 22, Dilma está no Centro Sindical dos Bancários de São Paulo, na Rua Tabatinguera, 192, para congratular-se com estes trabalhadores e trabalhadoras.

Nossa imprensa pode não reconhecer a importância deste gesto. No entanto, volta e meia sai nos jornais um pouco sobre os trabalhos sociais e o reconhecimento internacional. Destaco partes da matéria que saiu no dia 19, segunda-feira, no Estadão, mostrando que 65 países estão importando nossos programas sociais. Mais uma vez, ponto para o Estadão.

“Governo 'exporta' programas sociais


A estimativa é que 65 países já tenham se inspirado em idéias brasileiras, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida

19/12/2011 | 3h 04 – Lisandra Paraguassu / Brasilia - O Estado de S.Paulo
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-exporta-programas-sociais-,812785,0.htm?p=1

Estima-se dentro do governo que 65 países usem algum dos programas brasileiros. Apesar de recente, o Minha Casa, Minha Vida já entrou na pauta de cooperação externa do Brasil. Hoje há seis países africanos e latino-americanos que recebem ajuda brasileira para implantá-lo.

"O Brasil é visto hoje como um laboratório de políticas sociais, tanto pelos países que vêm pedir cooperação como pelos desenvolvidos, que nos pedem para fazer mais projetos", justifica o presidente da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Marcos Farani.

Transferência de renda.
Um dos projetos mais pedidos é o fiador de boa parte da popularidade de Lula, o Bolsa Família. De acordo com Farani, os programas do Ministério do Desenvolvimento Social, com ênfase na transferência de renda para famílias pobres, só perdem para os da Agricultura, que vão desde o desenvolvimento de tecnologias pela Embrapa até os de compra local, passando por financiamento de agricultura familiar e alternativas para o produção de biocombustíveis.

Atualmente, pelo menos 14 países copiam ou planejam copiar o Bolsa Família. A procura pelo programa, no entanto, tem arrefecido. As dificuldades de implantação do projeto muitas vezes assustam os possíveis candidatos a "Lulas" locais. A promessa de popularidade nem sempre compensa os problemas que surgem.

Investimento. Normalmente, o lado brasileiro da cooperação não custa muito. São apenas os recursos para enviar e manter técnicos no país que recebe o projeto. No caso do Gran Misión Vivienda, na Venezuela, a projeção é de pouco menos de US$ 270 mil.

Há casos, no entanto, em que o Brasil participa mais ativamente. Em Moçambique e Angola, a criação do Pintando a Liberdade - projeto do Ministério do Esporte em que presos fabricam material esportivo - contou com a doação de matéria-prima por empresas brasileiras.

Outro projeto ao qual o ex-presidente Lula dava muita atenção, o dos biocombustíveis, também teve mais investimentos brasileiros. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi a responsável por estudos de viabilidade em pelo menos 12 países latino-americanos e africanos.”

Brasil, o futuro é agora.

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