sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Conversando com as rosas

E outras flores da Vila

Hoje São Paulo amanheceu sob chuva e o trânsito, como sempre, ficou parado. E hoje é sexta-feira! No caminho de casa para o Centro, tive que mudar o percurso para tentar sair do trânsito nas ladeiras da Vila Madalena. Assim passei por outras ruas da Vila que também tem árvores e flores nos jardins e nas calçadas. São partes que as construtoras ainda não derrubaram.

Lembrei-me também que li no jornal de hoje uma matéria do escritor Milton Hatoum que em Recife, Manaus e outras cidades brasileiras também as construtoras estão destruindo os quintais e os jardins.
Apagando parte da nossa história. Pelo jeito é uma doença nacional!

Ao passar pela Av. Dr. Arnaldo e depois pegar a Rua da Consolação observei que as plantas estão com menos flores. Em compensação as árvores estão verdes, viçosas e cheias de folhas. É um outro tipo de beleza. Mesmo sem ter flores.

E para compensar a lerdeza do trânsito, resolvi voltar ao tema das rosas das casas do nosso bairro e mais algumas outras flores fotografadas no final de semana.
Vejam esta rosa no jardim do casal idoso e vejam o detalhe da janela. Tem uma grade por segurança, mas é uma grade “trabalhada”. E a rosa protege a feiúra da violência urbana.


As árvores “patas de vacas”, que já tinham dado muitas flores e passaram a dar frutos em quantidades, voltaram a florir em menor volume. Assim eu pude tirar uma foto de uma flor tendo perto várias vagens com os grãos que os pombos e periquitos gostam de comer.


Estas flores voltaram a aparecer aos poucos na Vila e são de várias cores.









Em compensação, o bairro está cheio de árvores com este tipo de flor.
Muito bonita.

São árvores grandes e vistas de longe ficam ainda mais bonitas.

Como vocês podem ver, o nosso bairro com árvores e flores fica mais bonito.

E quando a gente quiser dar uma caminhada ou dirigir devagar, a gente pode ver muitas flores, pode fotografá-las e também conversar com as rosas e os demais tipos de flores.

É só tentar.
Quando elas querem,
elas também falam...
Como as rosas de Cartola

Nenhum comentário:

Postar um comentário