terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dialogando com o Mundo

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O país mais recente foi a Bulgária. Talvez seja reflexo da visita de Dilma!
Adoro quando vejo novas visitas da Ucrânia, Malásia, Chile, Letônia e Portugal.
Mas os campeões em visitas são:
Brasil com mais de 10 mil; Estados Unidos com mais de 1.600; Alemanha com mais de 400; Portugal e Israel com mais de 130, e o Canadá com mais de 100 visitas. A média é de cinco a seis países por dia. Adoro a idéia de que, além da classe operária, a Humanidade é Internacional, e que a Terra é a nossa Pátria.

Confesso que gostei quando o bloco soviético acabou, apesar de no primeiro momento ter ficado com muita raiva do neoliberalismo e do pensamento único da imprensa. Mas o tempo passou e a esperança voltou a ganhar força com o socialismo democrático e os governos populares e democráticos.

Com economia de mercado, políticas públicas abrangentes para toda a população, liberdade religiosa com Estado laico, pluralidade partidária e ampla liberdade de locomoção e de organização. Junto com isto, é preciso superar a lógica pós revolução francesa de que os partidos representam toda a sociedade e, portanto, tem o poder absoluto de legislar. Não tem mais. A democracia precisa ser mais representativa e participativa, através de Conselhos plurais em todos os níveis.

Vivemos um mundo em transição rápida e imponderável. E quando vejo chineses, russos, americanos, alemães, japoneses, israelenses, indonésios, chilenos, uruguaios e argentinos nos visitando com freqüência, fico com a sensação que estamos contribuindo para a construção deste mundo mais humano, sustentável e solidário.

É como a diversidade das ruas da Vila Madalena.
Você encontra na mesma rua uma casa com uma árvore maravilhosa na calçada, mesmo sendo uma pequena calçada. E na mesma rua você encontra uma casa com mais de quinze metros de calçada totalmente cimentada, sem uma planta sequer. O que faz uma família cultivar as flores e outra família cultivar o cimento e a aridez?


Vejam estas duas fotos de uma pequena rua da Vila Madalena. Um bairro sob ataque dos especuladores, das construtoras e da corrupção.


E como agora estamos numa democracia que inclui milhões de brasileiros, aos poucos vamos aumentando a presença das flores nas casas e nas ruas. E diminuindo a violência no trânsito, na imprensa e nos lares. E mesmo o mundo tendo sete bilhões de pessoas, mesmo assim, poderemos ter um mundo melhor do que o atual. Depende de cada um e de todos juntos.

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