sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Balé de Leipzig e o Ipê Amarelo

O Balé Cisne Negro e as Flores sobrevivem

Na semana passada fomos assistir ao Balé de Leipzig no Teatro Municipal. Uma pena que eles se apresentaram por poucos dias, mas foi uma das coisas mais bonitas que já vimos e ouvimos nos últimos anos. “A Grande Missa” de Mozart com um balé de primeira qualidade hipnotizou durante duas horas todos que estavam presentes. E o teatro estava lotado! Nestas grandes apresentações, os governos deveriam combinar concertos e danças tanto nos locais fechados, como os teatros e salas de concertos, com apresentações em grandes parques. Tenho certeza que a população adoraria assistir a um balé tão bonito e tão expressivo como este.

Vejam uma pequena parte da Missa em Dó Menor, KV.427 de Mozart


die gorsse messe - mozart leipziger ballet


Os alemães, apesar de já terem feito guerras terríveis, atualmente fazem um dos melhores cinemas do mundo, continuam cantando, compondo, dançando e escrevendo maravilhas. A cultura ocidental e mundial devem muito aos alemães. Que eles brilhem, trazendo com a sua cultura, também a Paz para a Europa e para o Mundo.

Ainda sobre o impacto da apresentação do Balé de Leipzig, lembrei-me que na Rua das Tabocas, além do Ipê Amarelo, tem também a sede do Balé Cisne Negro e que, muitas vezes quando venho do trabalho, vejo muitas crianças saindo das aulas de dança e encontrando-se com suas mães. No Brasil, manter uma escola de dança ou uma escola de música, é coisa de verdadeiros heróis. O pessoal do Balé Cisne Negro também faz parte deste universo de heróis brasileiros.

Há dias que tirei uma foto de um Ipê Amarelo na Rua das Tabocas para divulgar aqui no Blog. A Rua das Tabocas fica perto da Rua Natingui, e começa na Rua Lira.

Este pé de Ipê Amarelo dá continuidade às flores das ruas da Vila Madalena.
Ipê Amarelo da Rua das Tabocas

O curioso é que ao passar novamente na Rua das Tabocas e olhar para o pé de Ipê Amarelo, percebi que ele estava em frente ao Balé Cisne Negro. Do outro lado da rua, o ipê, plantado em um pequeno jardim, também sobrevive e também é um herói na nossa cidade.

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