sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Fernanda Montenegro, outra vez...

90 anos de Fernanda Montenegro. Parabéns!

Os jornais folha e Estadão voltaram a destacar com grandes fotos e muitas histórias, o próximo aniversário de Fernanda Montenegro no dia 16. Além de ter 70 anos de teatro.

Continuo com as histórias e estórias de Fernanda mais tarde. Fui chamado para outra reunião...

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

BR Distribuidora sob direção privatizada

O passado dos conselheiros não identifica os novos donos

Quem são os novos donos da BR Distribuidora da Petrobras?

Por que a imprensa não divulga?
Ou, será que a imprensa não sabe quem são?

Na Folha de hoje não vi nada sobre o assunto.
Também não vi no Estadão.
O Valor, como sempre, saiu na frente e na capa, de forma fria.

Por que a CVM - Comissão de Valores Mobiliares aceita esta situação?

Vejam o título que saiu no segundo caderno, página B4.

"BR escolhe novo conselho com viés profissional."

André Ramalho do Rio de Janeiro.

"Os acionistas da BR Distribuidora aprovaram ontem, em assembleia geral, o novo conselho de administração, o primeiro colegiado eleito depois da privatização da companhia, em julho deste ano. Dona de participação de 37,5% na empresa, a Petrobras indicou um terço dos conselheiros e emplacou um deles - EDY KOGUT - como novo presidente do conselho da distribuidora."

Foram eleitos nove membros:

1 - Kogut, pela diretoria da Petrobras que privatizou a BR;
2 - Alexandre Carneiro - ex-presidente da SHELL Brasil;
3 - Maria Carolina Laceerda - ex-UBS e ex Merril Lynch...

Os demais conselheiros indicados pelos novos donos:

4 - Carlos Augusto Piani - iretor da Kraft Heinz;
5 - Claudio Ely - ex-Drogasil;
6 - Leonel }Dias de Andrade Neto -ex-presidente da Smiles;
7 - Mateus Affonso Bandeira - ex-presidente do Banrisul;
8 - Pedro Ripper - conselheiro do Iguatemi Shopping Center;
9 - Ricardo Carvalho Maia - ex-diretor da Ipiranga."


A novela continua...
Vamos ver quando a imprensa levará este assunto mais a sério.





quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Quem ganhou nas eleições de Israel?

Um país pequeno, em guerra e com 12 partidos políticos

Resultado:

Demora três dias para saber o resultado? Da próxima vez peguem emprestadas as urnas eletrônicas do Brasil. Aqui é vapt-vupt! O resultado sai no mesmo dia... Se é verdadeiro ou falso, eu não posso garantir, mas que o povo gosta da rapidez bem que gosta.

Parece que o resultado também terá nome de música:

"Se ficar o bicho pega, e se correr o bicho come"

Bem que a oposição poderia ganhar, mesmo que seja com a diferença de um deputado. o importante é tirar Bibi e eleger alguém menos arrogante.

O mundo precisa de Paz!

O Oriente Médio precisa de Paz!

O Brasil também precisa de Paz!

Shalom, Shalom, Shalom!

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Para que foi criado o Estado de Israel?

Eleições de hoje mexem com o mundo

Netanyahu sabe que sua presença perpétua está em posição delicada, seja pela perversa conjuntura ou por falta de tato. (GL-Estadão). Atualmente ele deve se aliar ao rabino Meir Kahane, que é RACISTA e XENÓFOBO, e ao Partido FUNDAMENTALISTA.

As religiões estão substituindo os partidos políticos que, por sua vez, são incapazes de administrar bem a economia e o social, aumentando o risco de confrontos verbais e armados, abrindo caminho para guerras intensas e restrições às liberdades e à democracia plural.

Ao ler o artigo abaixo, de autoria de David Halbfinger, do The New York Times, a gente vê como vai se formando um abismo entre a comunidade judaica que vive fora de Israel e a realidade interna em Israel.

Afinal, para que foi criado o Estado de Israel? Porque não pode haver um Estado de Israel e um Estado da Palestina? A ONU, que foi fundamental na criação de Israel ainda deve aos palestinos e aos cudos a criação de seus Estados.

Leiam este excelente artigo publicado no Estadão de hoje. Amanhã, vai ser outro dia... já cantava Chico Buarque. A Terra é nossa Pátria....

Eleição em Israel acirra debate sobre Estado secular


Discussão sobre papel dos religiosos ultraortodoxos na sociedade está por trás das forças que definem hoje o futuro de Netanyahu

David Halbfinger, The New York Times, O Estado de S.Paulo
17 de setembro de 2019 | 05h01

JERUSALÉM - Israel terá hoje sua segunda eleição no ano, depois que a coalizão vitoriosa na primeira votação, em abril, desmoronou em razão de divergências entre conservadores laicos e religiosos da coalizão do primeiro-ministro,Binyamin “Bibi” Netanyahu.

O que travou a formação de um governo em abril foi Avigdor Lieberman, do Yisrael Beitenu, partido secular e conservador. Há anos, o ressentimento vem se formando entre Liberman e os partidos religiosos da aliança de Bibi. Isso porque, em Israel, homens e mulheres são obrigados a prestar serviço militar, mas os ultraortodoxos estão isentos.

Ao contrário de outros israelenses, eles recebem subsídios para estudar a Torá e constituir grandes famílias. Em um país que se coloca como lar de todos os judeus, os rabinos ultraortodoxos têm o monopólio de eventos como casamento, divórcio e conversões religiosas.

Em um país cercado de problemas de segurança, a eleição, surpreendentemente, se centraliza na preocupação sobre o quão judeu deve ser o Estado de Israel. “Não tenho nada contra os ultraortodoxos”, disse Lior Amiel, de 49 anos, empresário que fazia compras em Ramat Hasharon. “Mas, no momento, estou financiando o estilo de vida deles.”

Essa eleição deveria ser simples, um rápido reexame para dar a Netanyahu a reeleição ou uma oportunidade aos seus oponentes de derrotá-lo. Em vez disto, tornou-se o queYohanan Plesner, presidente do Israel Democracy Institute, chama de “campanha crucial pela trajetória do país”.

A jogada de Lieberman pode ter sido uma estratégia para chamar atenção. Da noite para o dia, seu apoio duplicou e ele se tornou o herói dos liberais laicos. Segundo Jason Pearlman, analista conservador, nos últimos anos, os dois principais eixos da política israelense – religião e palestinos – convergiram.

A antiga coalizão de Netanyahu foi uma fusão da direita, que defende uma linha-dura com os palestinos, e ultraortodoxos, que prometem votar em bloco em troca de privilégios. “O que Lieberman fez foi quebrar o lacre, separando os dois eixos”, disse Pearlman.

Líderes liberais e seculares da esquerda e do centro responderam, apoiando Lieberman e afirmando que a população ultraortodoxa, com seus estudantes de religião desempregados e suas grandes famílias subsidiadas, estão impondo uma carga excessiva sobre o Estado.
Eles se dizem chocados com o fato de os partidos ultrarreligiosos negociarem a imunidade de Netanyahu, que estaria comprando sua liberdade em troca da permissão para que Israel se torne uma teocracia.

Os liberais e seculares estão furiosos com a crescente influência de um grupo quase evangélico de judeus que defendem uma visão antifeminista, antigay e uma ideologia messiânica de extrema direita. “Está cada vez mais alarmante” disse Nitzan Horowitz, líder do partido União Democrática, de esquerda. “As pessoas começam a se sentir ameaçadas.”

Os partidos religiosos insistem que estão defendendo o status quo que remonta à fundação de Israel e tem por fim preservar o estudo da Torá. Os ultraortodoxos representam apenas 10% dos eleitores – frente aos 44% seculares –, mas têm aumentado seus privilégios graças à habilidade de obter promessas em troca de apoio político. “Não estamos nos tornando uma minoria menor, mas sim uma minoria maior”, disse Yitzhak Zeev Pindrus, deputado do partido Judaísmo da Torá Unida.

Os religiosos rejeitam as críticas, taxando-as de antissemitas. “Estão fazendo uma campanha de ódio contra tudo que tem aroma judeu”, disse Eytan Fuld, porta-voz doYamina, partido conservador.
O equilíbrio entre Estado e religião está no centro da identidade de Israel. “Somos um Estado nacional judeu e isso é tudo?”, questiona Ariel Picard, estudioso do Shalom Hartman Institute, de Jerusalém.

“Ou somos um Estado democrático judeu com valores humanos?”

A pergunta tem consequências reais. Os ultrarreligiosos alertam que o país pode perder sua alma e não será mais socialmente aceitável ou economicamente viável viver como judeus tementes a Deus e seguindo os mandamentos da Torá. Seus oponentes dizem que o país está se tornando um lugar irreconhecível e inóspito.

Além da isenção de serviço militar, o debate traz à tona a suspensão de regras que proíbem ônibus, trens e lojas de operar aos sábados. Essas discussões, normalmente, envolvem apenas ultraortodoxos e seculares. Desta vez, porém, entrou no debate um outro grupo: judeus que usam o quipá, observam o shabat e são sionistas fervorosos que apoiam a anexação da Cisjordânia.

É a influência crescente de uma ala desse grupo, os religiosos haredis, que tem alarmado os israelenses seculares. A anexação da Cisjordânia eliminaria a solução de dois Estados e a construção de um Terceiro Templo no local do Domo da Rocha, lugar sagrado dos muçulmanos, pode desencadear uma guerra santa cataclísmica.

À medida que o poder de Netanyahu enfraquece, a extrema direita ganha influência, culminando na indicação de nomes para o gabinete, como Bezalel Smotrich, como ministro dos Transportes, e Rafi Peretz, ex-rabino como ministro da Educação.

Em entrevista recente, Peretz defendeu a “terapia de conversão” gay. Smotrich pediu a restauração do “sistema judiciário da Torá”, o que levou a acusações de que ele deseja criar um Estado religioso.
A apreensão aumenta, mesmo entre os eleitores judeus de direita que votam normalmente em Netanyahu. O debate sobre que valores judeus devem ter precedência está dividindo famílias e congregações.

Na sinagoga de Shtiblach, em Jerusalém, Harry Grynberg, de 62 anos, disse que votou no Likud, em abril, mas não votará desta vez – ele disse que apoia agora o partido Azul e Branco, do ex-general Benny Gantz, que prometeu unificar o país a partir do centro.

Netanyahu tem tentado mudar de assunto, trazendo à tona ameaças à segurança do país. “Para ele, essas questões são como uma bomba-relógio”, disse Plesner, do Israel Democracy Institute.

“Ele está em rota de colisão com seus próprios eleitores. A maioria do Likud é secular e não apoia os ultraortodoxos.” A oposição, porém, aprendeu a nunca dar Netanyahu como derrotado. Na última hora, ele sempre tira um curinga da manga.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

São tantos aniversariantes... como Joel e Clemente

O mês de setembro é cheio de aniversariantes. Porque?

Porque há nove anos atrás era Natal e Ano Novo, quando os casais se amam e amam os parentes e amigos.

Entre tantos aniversariantes importantes, temos Augusto Campos, Nelson Silva, Silvia Portela, Aguinaldo e hoje, especialmente, temos os aniversários de JOEL BUENO e CLEMENTE DO DIEESE.

Como ando correndo muito, quero deixar um abraço especial para todos os aniversariantes do mês, incluindo Givaldo, meu irmão mais velho e Celeste, nossa irmã professora de ARTE e Artes.

Andei deixando de mandar mensagens para muitos bons aniversariantes, mas todos eles sabem que eu não os/as esqueço.

Esta semana que passou tivemos que ir à Curitiba acompanhar a liberação de João Vaccari, agora ele está em liberdade condicional em Curitiba. Aí fomos todos nós que recebemos um belíssimo presente.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Pré guerra ou guerra declarada?

Sozinho, ninguém está protegido, nem garantido...

Ao pesquisar sobre quais países têm alguém lendo os textos que publico neste blog nos últimos dias, deparo-me com dois destaques:

1 - Mesmo sendo "carneirogilmar.com.br",
há sempre alguém no exterior lendo o que publico. Por exemplo: Estados Unidos; Rússia; Canadá; França; Emirados Árabes; Alemanha; Ucránia; Israel; Região Desconhecida; Hungria; Irlanda e China.

2 - Observem a ausência de países da África e da América Latina.
Por acaso estão estes países ausentes da pauta internacional ou é que são mais pobres que os demais???

Constatamos que a Ásia está disputando econômica e politicamente com a Europa e os Estados Unidos seu novo espaço no mercado internacional. Se somarmos os PIB's da China, do Japão e da Índia, e compararmos com a Europa e os Estados Unidos percebemos bem a diminuição da diferença;

Constatamos também que, quanto mais a tecnologia avança, menos competitivos os países da África e da América Latina ficam...

Como reverter esta tendência negativa?

Os países do BRICS, que, juntos, pretendem melhorar a capacidade de intervenção no cenário internacional, por um lado, sentem o impasse na economia da África do Sul, por outro lado, estão sentindo o retrocesso que está acontecendo com o
Brasil. Como evitar que estes tipos de retrocessos aconteçam? Como consolidar a participação popular na defesa de seus projetos? Acabou o sonho da "burguesia nacional"? Ou o correto seja criar uma grande classe média, ampliando sua formação escolar e competitividade produtiva, além de consolidar a participação na gestão da economia e das instituições públicas?

Todos seguimos algum caminho.


Em função de muitos negarem o clima pré-guerra,
milhões morreram na segunda guerra mundial.

Já passamos por 1929, 1933, parece que chegamos a 1936...
Começou na Espanha,
passou pela Itália e se espalhou pelo mundo.

E não foi por falta de avisos...

domingo, 8 de setembro de 2019

Democracia se aprende praticando

Quase 5000 municípios elegeram novas direções do PT

No mesmo dia, o jornal Folha de São Paulo pública um caderno com as mensagens do ministério público, da polícia federal e de juízes como Moro, tudo mostrando que a operação lava jato foi uma farsa montada para não deixar Lula ser eleito presidente.

Mesmo com toda baixaria, o PT ainda é o maior partido democrático e participativo do Brasil.

A militância e os Filiad foram às ruas comemorar a grande convenção nacional do PT.

A verdade pode demorar mas aparece.

Sem medo de ser feliz, Gleisi continuará nossa presidente nacional do partido. Lutando em defesa da liberdade de Lula e de todos os companheiros presos políticos.