segunda-feira, 16 de julho de 2018

Jornal Folha rompendo/mantendo preconceitos

Crise existencial da Folha ajuda democracia

Quando a Folha quer ser o melhor jornal do Brasil, consegue.

Quando a Folha quer ser chefe de quadrilha golpista, também consegue.

Quando a Folha quer ser porta-voz do PSDB mais reacionário, fica fácil.

Quando quer ser aliada dos acadêmicos e dos artistas, fica ainda mais fácil.


Vejam o exemplo da edição de ontem, domingo, último dia da Copa do Mundo na Rússia.


1 - O jornal publicou no caderno Ilustríssima, caderno criado para os mais letrados, duas maravilhosas páginas sobre ANTONIO CANDIDO.

Costumo ler tudo que aparece sobre ANTONIO CANDIDO e FERNANDA MONTENEGRO.

Dois símbolos brasileiros que viveram muito, Fernanda continua entre nós e Antônio já foi para o Céu.

Achei um ato de coragem da Folha publicar algo de tanta qualidade no dia da decisão de quem seria o campeão do mundo no futebol. Quantos leitores da Folha perceberam que, além da copa do mundo, tinha um caderno chamado Ilustríssima com um longo texto de Fernando Granato e bela ilustração de Deborah Paiva? Eu que gosto de folhear o jornal inteiro, vi que tinha uma chamada de capa sobre Antonio Candido e fui ver o que era. Era sobre o CENTENÁRIO de um dos maiores intelectuais e cidadão do Brasil.

2 - Já no caderno Mercado, que é o que eu mais leio, tinha outra grande reportagem de qualidade, de autoria de RAQUEL LANDIM.

COMANDO ENVELHECIDO FRAGILIZA ENTIDADES (SINDICAIS) PATRONAIS EM TODO O PAÍS (BRASIL).


Mesmo com toda qualidade das matérias, vejam que já no título, eu acrescento dois reforços. Entidades sindicais patronais é a mesma coisa que "entidades patronais" e "em todo o país" é a mesma coisa que "em todo Brasil". Qual o motivo então de minhas críticas? Primeiro porque a própria imprensa tem passado uma imagem negativa de tudo que se refere a sindicatos e sindicalistas. Segundo porque dizer claro que está falando DO BRASIL, é mais forte do que "do país". Duvido que a culpa seja de Raquel Landim...

3 - Porém, o mais importante da reportagem de Landim é a matéria que tem como título:

R$ 16,4 bilhões em repasse para o chamado SISTEMA S incentivam APEGO ao comando.

Mesmo sem aparecer no título nem na chamada, o artigo é de grande relevância porque mostra que os patrões, os empresários, os banqueiros e os velhos sindicalistas patronais, apoiados pela imprensa, exigiram que o Congresso Nacional golpista e de direita, fizessem a REFORMA TRABALHISTA e acabassem com o IMPOSTO SINDICAL, acabando assim com 80% das receitas das entidades sindicais - TANTO DOS PATRÕES COMO DOS TRABALHADORES.

Acontece que, enquanto os sindicatos - patronais e dos trabalhadores - ficaram sem dinheiro do imposto sindical, OS PATRÕES e SUAS ENTIDADES SINDICAIS, continuam com a exclusividade da gestão do dinheiro arrecadado com o SISTEMA "S", que são 16,4 BILHÕES DE REAIS POR ANO.

Como dizia Boris Casoy: É UMA VERGONHA!


Já o homem que vende pamonha de Piracicaba,
gritaria no carro de som: VERGONHA, VERGONHA, VERGONHA.

Somente num momento de DITADURA, COMO AGORA
, um governo,
um congresso nacional e um jornal como a Folha apoiaria tais mudanças...

Por isto que eu não sei se odeio ou se adoro este jornal esquizofrênico, chamado Folha de S.Paulo, ou apenas, FOLHA.

domingo, 15 de julho de 2018

E a França ganhou a Copa, com méritos.

A Croácia, tentou, tentou, tentou, mas não deu.

A França soube fazer o jogo e esperar as pequenas falhas da Croácia.

Se fosse o Brasil, não ganharia nem da França, nem da Croácia.

Temos que aprender muito com esta Copa, cheio de imigrantes,
filhos de imigrantes e seleções coloridas,
ligeiras e fazedoras de gols, muitos gols...

Torci para a Croácia, mas a vantagem dos franceses era evidente.

Viva a França!

Viva a Croácia!

Viva a Bélgica!

Viva o México! Por ter sido a primeira a derrotar a Alemanha.

Viva o Uruguai, que perdeu no jogo, quando perdeu Cabani por saúde.

Viva o Brasil, que jogou pouco, mas não nos matou de vergonha.

Viva o técnico da França, da Croácia e do Brasil.

Liberté, Igaulité e Fraternité! Democracia Já!!!


Tudo isto está faltando no Brasil atual.

sábado, 14 de julho de 2018

E a Bélgica venceu a Inglaterra!

Jogo educado e com poucas faltas

Bélgica conclui sua participação na Copa do Mundo na Rússia como uma das grandes revelações, juntamente com a Croácia e a França.

Neste domingo teremos o último jogo na Rússia e esperamos que ganhe quem jogar melhor.

A torcida está dividida.

Parte vai torcer para a França, pelo charme e meio em protesto contra a politização dos jogos.

Outra parte, que me incluo, vai torcer para a croácia e seu belo futebol.

Tanto a Croácia, quanto a Bélgica parecem o Brasil de antigamente.

Entre os vencedores e vencidos, o grande resultado positivo foi para a infraestrutura na Rússia. Gostem de Putin ou não, ele promoveu uma bela Copa do Mundo.

Já o Brasil, precisamos aprender com os erros e os acertos.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Dia de Reflexão: Nunca desista! - Never give up!

Por que pequenos problemas se transformam em grandes desafios?

As pessoas assumem certas atribuições muitas vezes pensando que serão fáceis de executadas no dia a dia. As demais pessoas que dependem das atribuições dos outros ficam na expectativa de que não terão problemas. Quando a produção começa a funcionar nós vamos percebendo que determinadas pessoas têm dificuldade em determinadas tarefas, prejudicando a produção coletiva.

Que fazer?


1 - Fingir que não percebemos nada.

2 - Conversar com as pessoas com dificuldades em particular.

3 - Procurar o coordenador e pedir que ele resolva.

4 - Propor um discussão no grupo, de forma franca e aberta.

5 - Se não conseguir nenhuma das alternativas acima,
procurar outro local para se sentir mais útil...


Tem dia que a gente se sente assim. Mas não podemos desistir.


Outro dia uma amiga mandou um recado da Europa dizendo quando lia as notícias do Brasil atual, tão vergonhosas, que ela tinha vontade de desistir do Brasil. Eu lembrei-me de uma campanha mundial que fizemos na FIET, atualmente UNI, secretariado mundial do setor de serviços, bancos, comércio, etc.

A campanha tinha como mensagem:


NUNCA DESISTA! - NEVER GIVE UP!


E, nós bancários, fizemos uma camiseta bonita que era uma menina erguendo os braços e dizendo: Nunca desista!

Quanto mais os golpistas, principalmente do judiciário, maltratam Lula, mais Lula cresce nas pesquisas. Mesmo tentando calar a sua voz. Proibindo-o de fazer campanha e de circular pelo Brasil.

Basta LULA fazer parte da lista de candidatos e aparecer na maquininha de votação que LULA GANHARÁ NO PRIMEIRO TURNO.

Faça como Lula: NUNCA DESISTA!

quinta-feira, 12 de julho de 2018

E a Croácia venceu!

Inglaterra jogou bem, mas perdeu

A imprensa brasileira estava torcendo para a Inglaterra.


Os comentaristas não entendiam como, de repente a Croácia foi crescendo no jogo e tentou, tentou até que empatou o jogo. Não ganhou no tempo regulamentar - 90 minutos - por nervosismo.

Na prorrogação deu mais Croácia e a vitória se fez merecedora.

Depois do jogo e hoje nos jornais, os mesmos comentaristas falam mais o porque a Inglaterra perdeu do que o porque a Croácia ganhou.

É a mesma prática dos jornais de São quando, no campeonato brasileiro, um time paulista perde para um time de outro estado. Lembram quando o Palmeiras perdeu para o Arapiraca de Alagoas?

Agora, ante o crescimento "milagroso" da Croácia
, os jornais e os torcedores estão lembrando que a Croácia apoiou o nazismo e que o próprio time tem jogadores nazistas(!!!!). Como se a história da Inglaterra fosse só de flores...

Ao vê a Croácia e a Bélgica jogarem, eu penso mais na nossa seleção e no nosso técnico. Comparo mais a nossa seleção com a da Croácia e a da Bélgica. O quê eles têm que nós não tivemos?

Eu acho que os ingleses merecem nossos parabéns. Jogaram bem, mostraram que estão crescendo e que poderão dar trabalho nas próximas copas.

Já a nossa seleção,
eu acho que Tite precisa melhorar sua assessoria, estudar mais o futebol europeu, obrigar o time a ser mais maduro emocionalmente e mais competitivo no campo. O Brasil tomou um gol de saída e tremeu, desestabilizou-se até tomar outro gol e perder o jogo. Tite manteve Gabriel Jesus por mera teimosia. Isto não existe em competições. Mas nosso balanço fica para depois de domingo.

E vou dizendo que vou torcer para a Croácia,
mesmo adorando a França como país e os franceses com suas histórias. Gosto do novo e não vou misturar futebol com política.

Não vejo os alemães atuais como nazistas,
nem vejo o povo do Leste europeu como estalinistas assassinos. O tempo das guerras mundiais passadas precisa ser superado, com suas mágoas e suas cicatrizes, sem apagar a história, nem os abusos.

Ando tendo mais medo do "nazismo", "fascismo" e manipulações do
nosso judiciário, da nossa imprensa, dos empresários e da direita evangélica atuais do que da Croácia ou da Rússia. A Eurásia ainda não entrou no mundo moderno. E a América Latina continua sob o "big stick", grande porrete, americano com suas manipulações e sua violência direta e indireta.

Acabaram de me mandar um texto com o título: "Croácia, o fascismo tem um representante na Copa". Não vou ler.

Esta Copa foi uma das melhores que já vi.
E olhem que acompanho Copas desde 1966.


Vai Corinthians!

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Futebol, Música e Política mexem com o Brasil

Eis aqui este sambinha feito de uma nota só

O dia 10 de julho de 2018, ontem, poderia ficar na história por boas lembranças. No entanto, mesmo o aniversário de 60 anos da BOSSA NOVA, quase que passou em branco. Hoje em dia, lembramos mais das más notícias e deixamos as boas para segundo plano. Vejam os destaques de ontem:

1 – França derrotou a Bélgica


Ontem, meio envergonhado, os brasileiros viram a França ganhar do time que derrotou o Brasil, quebrando uma invencibilidade de 23 jogos. A Bélgica perdeu com dignidade e coragem. Não fraquejou, apenas errou na tática do jogo. Faltou sangue frio...
Se a França ganhou da Bélgica, o Brasil também poderia ganhar?
Nem sempre.
Hoje vamos novamente assistir um grande jogo: Croácia e Inglaterra.

2 – O vexame do judiciário


Os jornais de ontem, deram mais destaque para as estripolias do judiciário no domingo, do que à comemoração dos 60 anos de BOSSA NOVA. No Brasil atual, o judiciário está mandando mais do que os governos e o Congresso Nacional. Vivemos sob uma nova DITADURA. Não vivemos em um Estado de Direito, nem se respeita a Constituição. O Brasil anda para trás e cada vez mais se parece com uma Republiqueta de Bananas...

3 - Se você achar que eu desafino amor... Eis aqui a Bossa Nova.


No dia 9 a Folha publicou na capa do caderno Ilustrada dois lindos textos sobre a BOSSA NOVA, comemorando os 60 anos, 10/07/1958, de aniversário da gravação da música “Chega de Saudade”, por João Gilberto.

A Folha saiu na frente do Estadão, que publicou no Caderno 2 de ontem, dia 10, data do aniversário, mais duas lindíssimas matérias sobre a BOSSA NOVA.

Ruy Castro lembra na Folha, com sabedoria, que onde dias antes, em 29 de junho de 1958, o Brasil fora campeão do mundo pela primeira vez, na Copa da Suécia. Quando Bellini fez, pela primeira vez, o gesto de erguer a Taça.

Dizem os historiadores que “o samba nasceu lá na Bahia”, como também a BOSSA NOVA veio de um baiano de fala mansa, meio esquisito, que se trancava horas no banheiro para tocar violão e cantar, promovendo uma interação diferente entre o violão e sua voz mansa.

Como um artista que pinta um quadro, como Picasso, João Gilberto criou o ritmo e TOM JOBIM, que era outro gênio musical, percebeu que ali tinha algo novo que podia mudar a história da música. Tom já era o bam bam bam da música popular de qualidade.

Luiz Oricchio, reforça que os ventos sopravam a favor do Brasil naqueles anos de 1958. Governo progressista, conquistas esportivas, indústria automobilística nascente, a nova capital sendo construída no meio do imenso país.

O GIGANTE DESPERTARA?


Além de tudo de bom que vinha acontecendo, eis que surge uma música diferente, com letra de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, já pensaram? Mais uma vez, a soma da Bahia com o Rio de Janeiro gerou algo novo e extraordinário.
Da herança do Samba, surgiu a BOSSA NOVA.

Com apenas 27 anos de idade, João Gilberto nos deu a semente do novo na música que iria se espalhar por todos os países, como nossos jogadores de futebol, e, em qualquer lugar escutamos os compassos suaves da BOSSA NOVA.

Oricchio, no Estadão, conclui que, “já se disse que uma música assim só poderia ter nascido em época otimista como a de Juscelino Kubitschek. É tentador, mas complicado, praticar esse tipo de sociologia das artes, em que estas expressariam diretamente o momento histórico. Mas, com os devidos cuidados, a ligação pode ser feita.

Ou alguém imagina alguma coisa parecida com a BOSSA NOVA surgindo no Brasil de hoje?”

terça-feira, 10 de julho de 2018

Estratégia petista fisgou o Judiciário - O PT venceu a batalha?

Palavras sábias de uma jornalista exemplar.

Leiam o artigo de Maria Cristina Fernandes, no Valor de hoje:

Insuficiente para eleger Lula, estratégia petista fisga Judiciário

Por Maria Cristina Fernandes - 10/07/2018 - 05:00 - Valor

Ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mantenha preso, o PT venceu a batalha.

Ao levar um juiz em férias do outro lado do Atlântico a se pronunciar, facilitou a interpretação de que o magistrado é parte no processo.

O investimento do PT ainda precisa se mostrar viável, até porque as panelas, silentes face à exibição de malas de dinheiro de todos os naipes, voltaram a fazer barulho durante o noticiário da noite do domingo.

É incontestável, porém, que o partido pôs de pé sua estratégia.

Não é pouco num momento em que a única ordem visível, na política e no Judiciário, é a insegurança.

O PT age num campo de batalha em que a toga, derrotada como poder moderador, contribuiu decisivamente para tumultuar.

Não foi apenas o juiz Sergio Moro que engoliu a isca do PT ao se pronunciar, de Portugal, a pretexto de ter sido mencionado na decisão do desembargador Rogério Favreto.

Todo o Judiciário foi fisgado pela estratégia do partido,
a começar daquele que, ausente do circo de ontem, foi o magistrado que mais colaborou para fincar as estacas que o sustentam.

Parceiro inaugural da Lava-Jato, Gilmar Mendes virou a casaca sobre a prisão em segunda instância quando a operação da qual o instituto é pilar, pulou a cerca do petismo e, para se legitimar, ameaçou atingir o grupo político do qual o ministro é sócio. Ao agir sem freio para desmontar a operação, estimulou seus colegas e fez escola. Passou a ser tratado como parceiro pelo PT. O ex-advogado-geral da União no governo Fernando Henrique Cardoso nunca escondeu sua ojeriza ao partido, a quem acusava de promover a bolivarização do país. Hoje o Brasil ruma para incorporar Santa Cruz de La Sierra sem que o magistrado possa se eximir de participação no conjunto da obra.

Crescem as pressões para que o Conselho Nacional de Justiça puna tanto o juiz Sergio Moro quanto Favreto.

O desembargador, que deliberou em plantão a despeito das evidências de que a Corte de recurso seria o Superior Tribunal de Justiça e não o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, acumula cargos em sua carreira jurídica por nomeação petista, da mesma forma que Mendes e seu colega de toga, Alexandre de Moraes o fizeram em governos do PSDB e MDB.

Se der curso à punição, o CNJ vai escancarar os dois pesos e duas medidas que pesam sobre a balança do Judiciário. Ainda que os inimputáveis ministros não estejam sob o escrutínio do Conselho, nunca houve sanções, de quaisquer ordens, ao ministro flagrado em 2010 num telefonema com o então candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, antes de uma decisão da Corte com impacto na eleição. As relações de amizade do ministro não o impediram de julgar favoravelmente ao habeas corpus daquele que é considerado o Paulo Roberto Costa do tucanato, o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza. Nem pelo arquivamento de inquérito no qual o senador Aécio Neves (PSDB) é parte.
O festival do fim de semana teve como prévia aquele que se desenrolou entre Gilmar Mendes e o juiz Marcelo Bretas em torno do prende-solta-prende-solta do empresário Jacob Barata, pai do noivo cujo casamento teve o magistrado supremo como padrinho. O ministro, no entanto, não ficou ilhado.

A liberalidade dos inimputáveis transformou a Corte num arquipélago de vontades supremas.

Na condição de presidente da sessão que, no Senado, sacramentou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o ministro Ricardo Lewandowski foi o proponente da solução que lhe manteve os direitos políticos a despeito de vedação constitucional.

Como a punição pela contabilidade daquele governo parecesse exagerada, o bálsamo também haveria de ser criativo, por iniciativa togada e aquiescência parlamentar. Não faltou a este arquipélago nem mesmo a vanguarda iluminista do ministro Luis Roberto Barroso, que passou a advogar em nome das prerrogativas de um Judiciário legitimado a tirar o país do atoleiro no qual o Legislativo o havia jogado.

Daí para a liberalidade de Dias Toffoli, foi um passo.

O ministro seguira os passos de Mendes, como indicado do governo ao qual havia servido como advogado-geral. Às vésperas de tomar posse como presidente do Supremo, cargo do qual será empossado antes da sucessão eleitoral, mostra que pode vir a superá-lo na habilidade.

A decisão de Toffoli favorável ao habeas corpus do ex-ministro José Dirceu jogou água no moinho em que vai rodar a campanha petista. Por que todos, Dirceu, Aécio, Romero Jucá podem aguardar seus julgamentos em liberdade e até mesmo disputar eleições, menos Lula?
Numa outra queda de braço que precedeu a gincana da 4ª Região, o ministro que presidirá o Supremo na sucessão mandou tirar a tornozeleira eletrônica que Moro havia mandado colocar em Dirceu depois do habeas corpus.

A balbúrdia em que se transformou o Judiciário mostra que falta um bedel na escola de Gilmar Mendes.

A nota que a presidente da Corte, a ministra Cármen Lúcia, soltou no fim de semana tem 67 palavras.

Nenhuma delas forma a expressão Estado de direito.