domingo, 20 de setembro de 2020

Agora só faltam 44 dias para Trump perder

domingo é dia de campanha contra TRUMP VAMOS TRABALHAR PARA AJUDAR NAS ELEICOES AMERICANAS O mundo precisa de paz e saude.

sábado, 19 de setembro de 2020

Nelson Silva, Veloso, Augusto Campos e Silvia Portela bons exemplos

O que estes nomes e estas pessoas tem em comu? Em primeiro lugar, todas fazem aniversários nesta sequência: Nelson Silva faz aniversário no dia 19, hoje; Veloso, militante da CEF e marido de Janete, faz aniversário dia 20; Augusto Campos, faz no dia 21, segunda-feira; Silvia Portela, faz nondia 22, terca-feira. Cada um na sua 'area, cada um muito bom naquilo que faz e que gosta... É engracado terem nascidos numa sequencia de setembro. sabado, domingo, segunda e terca-feira. NELSON SILVA, foi do BEMGE, Banco do Estado de Minas Gerais, que depois veio trabalhar no sindicato, sendou a boa influencia para todos; Vsloso, se aposentou como gerente da CEF caixa economica federal, alem de bom militante, é marido de Janete, tambem da CEF e grande referencia. AUGUSTO CAMPOS, maior referencia da categoria bancaria desde os anos sessenta. Banespiano que foi eleito presidente e fez um trabalho exemplar; Silvia Portela, veio para o sindicato ajudar a oposicao contra a ditadura, sociologa e atua desde o iniciodos anis setenta.

Imaginem, faltam 45 dias para Trump perder as eleições

Cada dia é mais alegria, está chegando o dia A imprensa aos poucos vai mostrando o novo clima nos Estados Unidos, vai voltando a ter respeito, educação, tolerância e bom relacionamento com os outros países,,, Tudo isto porque o povo americano está demonstrando que vai votar em Biden, o democrata, para presidente dos Estados Unidos. Os efeitos da pandemia se faz sentir em todos os estados americanos. São mais de 200 mil mortes. Que tristeza! Como começamos a contagem regressiva há 75 dias, já estamos em 45/75... Amanhã, vai ser outro dia...

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Um pouco de Brasil inoperante, anticapitalista, burocrático e sem autoestima

Depender de call-center é pior que depender do satanás Agora tem applicativo para tudo e a maioria não funciona. Os neoliberais copiaram o discurso de que basta privatizar para que tudo comece a funcionar. Esta é uma das grandes mentiras dos neoliberais e entreguistas. Além de o call center dar canseira em quem liga, mandando digitar dez combinações diferentes e depois dar uma canseira ouvindo música até voce se cansar e desligar o telefone, quando você vai para o aplicativo no computador, também receb uma infinidade de pedidos para voce preencher e depois eles não resolvem do mesmo jeito. Disseram que iam acabar com as estatais porque as privadas são mais ágeis. Atendem mal do mesmo jeito. Continuam monopolizando o mercado com uma duas ou três empresas no maximo. Vivo, Claro, Oi e Tim, tudo igual no baixo nível do atendimento por call center ou por aplicativo. As agências reguladoras, que o pessoal de FHC copiou dos Estados Unidos também não funcionam e custam caro. Se acabr com elas, não vão fazet falta. Tudo que melhorou de tecnologia, de informática e de telefonia, aconteceria com empresas privadas ou com estatais. O que mata a qualidade do serviço é a falta de respeito para com os clientes. É a impunidade e a falta de firmeza dos clientes em reagir a tanta incompetência. Criem comitês de fiscalização e gestão, para garantir a transparência nos serviços prestados e com certeza tudo funciona melhor do que está hoje. A gente perde horas brigando com os atendentes, brigando com os robôs e brigando com os preços cobrados... Para não dizer que é tudo uma m.... um bom exemplo de competência digital tem sido o Itaú. Mas, não precisava obrigar os velhinhos a virarem clientes digitais. Nem demitir funcionários durante a pandemia que continua matando gente.

Faltando 46 dias para Trump perder as eleições

Falta apenas um mês e meio para 03 de Novembro Começamos a contagem regressiva a partir de 75 dias. Já chegamos em 46/75 dias... Quatro anos parece um eternidade quando começa um mandato de governoruim, mas 46 dias dá uma alegria saber que daqui a pouco ficaremos livres de Trump. É um alívio danado. Quando falamos em faltar poucos dias para as eleições americanas é porque, para nós, democracia e eleições são princípios e forma de se medir o grau de liberdade e de convivência em uma país ou região. Os Estados Unidos se formaram fazendo guerras e tomando terras e governos dos outros. Apesar deste lado belicoso, os americanos têm seu lado bom. O jazz, o basquete, o crescimento tecnológico e econômico e o mercado de trabalho tanto para os americanos como para os imigrantes. Com a Doutrina Monroe, e as guerras europeias que viraram guerras mundiais, os Estados Unidos viraram xerifes do mundo, principalmente da América Latina que, pela divisão dos territórios, ficou como QUINTAL dos Estados Unidos. Além de continuar interferindo nas eleições e nos governos da América Latina, a Folha de hoje mostra os documentos da CIA e de Nixon, deixando claro que os Estados Unidos não aceitariam que o povo chileno elegesse Allende para presidente em 1972. O povo chleno elegeu e os Estados Unidos mandaram os militares chilenos derrubar o governo eleito e matar quem fosse necessário... Mudou muito pouco, antes os americanos mandavam os militares darem golpes de Estado, agora quem executa os golpes é o judiciário e não mais os militares. O direito virou instrumento público da direita. Mas, hoje o Chile é um país democrático, apesar das milhares de mortes causadas pelos ditadores naépoca. O Brasil passou por mais um golpe de Estado em 2016. Mas, é importante lembrar que a leva de golpes de Estado da época de 70, começou com o Brasil em 1964. Aos poucos vamos reconquistando nossa dignidade e nossa soberania nacional. Fora Trump lá e fora Bolsonaro aqui...

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Trump está com medo de perder. Faltam 47 dias...

A conjuntura pode ajudar e também pode atrapalhar Da mesma forma que Trump só virou presidente dos Estados Unidos porque o povo não queria Hillary Clinton napresidência,agora o povo americano e a comunidade internacional já mandaram o recado: Trump não pode e não vai ganhar estas eleições. Como não tem votos para ser reeleito, Trump faz terrorismo e põe medo na população. Trump diz que vai ter fraude nas eleições. Estimula a desconfiança e a violência. Além das dúvidas sobre a saúde mental de Trump, já se fala em mais de 200 mil mortes antes do dia 3 de Novembro. A derrota de Trump já é considerada no mercado como cada vez mais provável. A democracia americaa enfrenta o maior risco em gerações... São mais de 200 mil mortes em função do virus, é o desemprego e a perda de competitividade internacional. Faltam apenas 47 dias para Trump perder as eleições. Quando faltavam 75 dias as eleições, resolvi fazer a Contagem Regressiva. Estamos em 47/75. Isto é, dos 75 dias que faltavam, agora faltam apenas 47. Ai, ai, ai ai... Está chegando a hora.. O dia 03 está chegando meu bem, e Trump tem que ir embora...

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Aloysio Faria, Olavo Setúbal, Amador Aguiar, entre outros, lideraram os bancos no passado

Morre um dos mais competentes banqueiros do Brasil: Aloysio Faria Banco da Lavoura, Banco Real, ABN-Amro, Santander – um exemplo de implosão do sistema financeiro brasileiro pelo neoliberalismo. Na história do Brasil, da mesma forma que temos bons exemplos de lideranças sindicais e populares, temos também bons exemplos de empresários que construíram impérios econômicos, apontando o Brasil para a autonomia econômica e a liberdade internacional. No entanto, da mesma forma que há os que constroem, há também os que destroem, como foi o processo de destruição da indústria nacional e da soberania nacional executada pelos neoliberais a partir do governo FHC. É importante conhecer a história do Banco da Lavoura de Minas Gerais e a importância de Aloysio Faria. Veja este resumo publicado no jornal Valor. Morre Aloysio Faria, criador do Banco Real, aos 99 anos Banqueiro construiu império que se expandiu para vários segmentos Por Mauro Arbex, Para o Valor — São Paulo 15/09/2020 14h36 O banqueiro Aloysio Faria morreu nesta terça-feira, aos 99 anos. Criador do Banco Real, que depois foi vendido ao ABN Amro e, na sequência, ao Santander, era um dos maiores bilionários do país. Apesar da idade avançada, continuou trabalhando até o início deste ano, tomando conta de um conglomerado que inclui o Banco Alfa, a rede de material de construção C&C, os hotéis Transamérica, a fabricante de óleo de palma Agropalma, a indústria de água mineral Águas da Prata e as sorveterias La Basque. Faria sempre esteve presente, nos últimos anos, na lista dos brasileiros mais ricos do mundo. Conforme levantamento da revista americana “Forbes”, tinha uma fortuna estimada em US$ 1,6 bilhão, o que lhe garantia a 30ª colocação na lista dos brasileiros mais ricos em 2020. Em nota, o Banco Alfa disse que ele morreu em seu sítio no interior de São Paulo, de causas naturais. “A trajetória dele sempre foi uma forte influencia para o setor financeiro e a economia do país. Pessoa de uma cultura impressionante, Dr. Aloysio deixa um exemplo de discrição, simplicidade e empreendedorismo. Seu modelo de gestão sempre foi baseado na valorização da ética, confiança, seriedade e competência”. A maior parte da fortuna pessoal de Faria tem origem em negócios no mercado financeiro. Em 1998, essa fortuna foi engrossada com a venda do Banco Real para o holandês ABN Amro. De uma só tacada, Aloysio Faria recebeu à vista US$ 2,1 bilhões com a venda do Real, em um dos maiores negócios do setor financeiro no país até então. Há 20 anos deixou a gestão diária dos negócios, mas acompanhava de perto as empresas do grupo. Muito antes da venda do banco, no entanto, Aloysio Faria já havia diversificado bastante os seus negócios. Ainda assim, foi no mercado financeiro que o banqueiro começou a construir o seu império. Ele nasceu em 9 de novembro de 1920, em Belo Horizonte. Em 1925, o pai, Clemente de Soares Faria, fundou com alguns amigos a Cooperativa de Crédito, numa modesta casa da capital mineira, que no futuro ganharia a dimensão do próspero Banco da Lavoura de Minas Gerais. Aloysio Faria poderia simplesmente ter ocupado um posto de destaque no banco do pai, mas preferiu cursar Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais. Formou-se em 1944, especializando-se em gastroenterologia, e chegou a concluir uma pós-graduação nos Estados Unidos. Ao retornar ao Brasil, montou consultório em Belo Horizonte, mas acabou desistindo de exercer a profissão de médico e passou a ocupar um cargo na diretoria do banco de seu pai. Uma das decisões estratégicas mais importantes de Clemente Soares Faria no comando do Banco da Lavoura — que mais tarde se mostrou extremamente correta — foi a transferência da sede da instituição financeira da capital mineira para São Paulo, em 1945. Com a mudança, os depósitos se multiplicaram de tal forma que o banco se transformou no quinto maior do país. Em 1948, com a morte do patriarca, em função de uma pneumonia, Aloysio Faria — então com 28 anos —, que já ocupava uma cadeira na diretoria, assumiu o comando do Banco da Lavoura. Seu irmão, Gilberto de Andrade Faria, chegou a dividir com ele a gestão do banco. Mas, depois de uma briga com Aloysio, Gilberto criou o Banco Bandeirantes, vendido no início de 1998 para a Caixa Geral de Depósitos, de Portugal, por cerca de R$ 400 milhões. Uma das primeiras medidas adotadas por Aloysio Faria à frente do Banco da Lavoura foi mudar o nome da instituição. O banqueiro acreditava que as palavras rural e lavoura poderiam restringir a clientela unicamente a fazendeiros. Por isso, alterou o nome para Banco Real. O banco da família Faria teve um papel importante no crescimento do Brasil. Ainda nos anos 40, a instituição financiou a construção do porto de Vitória, no Espírito Santo. Em meados dos anos 50, a desapropriação de terras para a construção de Brasília também foi viabilizada pela instituição financeira. O Real foi o primeiro banco a se instalar na cidade que surgia no cerrado. O pioneirismo se repetiu quando Aloysio Faria abriu a primeira agência de um banco brasileiro em Nova York, em 1964. O Real foi também responsável por uma inovação do sistema bancário brasileiro: criou uma escola para a formação de gerentes e começou a conceder empréstimos de Natal para os funcionários. Discreto e avesso à mídia, Aloysio de Andrade Faria pouco aparecia na imprensa. Segundo pessoas próximas, até alguns anos atrás ainda ia pelo menos uma vez por semana à sede do Banco Alfa, na Avenida Paulista. Desde o ano passado, no entanto, parou de frequentar o escritório. Aloysio Faria estava longe de ser apenas um banqueiro de enorme sucesso. Além de controlar os hotéis Transamérica e a rede de material de construção C&C — um dos negócios em que o grupo Alfa mais investiu nos últimos anos —, Aloysio Faria era um dos principais criadores brasileiros de gado holandês e de cavalo árabe. Uma de suas maiores paixões, quando não estava trabalhando no banco, era a criação em sua fazenda em Jaguariúna, no interior de São Paulo, de 150 puros-sangues da raça árabe, cujo plantel é considerado um dos melhores do Brasil. Um episódio de sua história como criador mostra a filosofia de negócios que era imprimida por Aloysio Faria. Comenta-se que, quase por casualidade, em um só dia, o banqueiro adquiriu dois cavalos que no futuro se tornariam campeões nacionais do Brasil. Um desses animais era um potrinho que ainda estava sendo amamentado. Em uma visita a uma fazenda no Texas, nos Estados Unidos, ao passar pelos currais, Faria viu o potrinho e se interessou por ele. Era o animal do filho do dono da fazenda, que pediu um preço elevado. “Mas, quando se faz uma viagem destas, não se pode voltar de mãos vazias.” O outro animal foi escolhido, “a olho”, entre alguns potros que analisou. As escolhas demonstraram ser uma das mais acertadas do banqueiro. Quando Faria foi perguntado sobre esse episódio, declarou: “Em geral, a gente na vida não acerta quando tenta acertar; sempre existe uma forte dose de intuição e sorte”. Outra das grandes paixões do banqueiro era a cultura. A máxima expressão de seu interesse foi a criação do Teatro Alfa. Com capacidade para 1.212 pessoas, o teatro é o centro do Instituto Alfa de Cultura. As empresas do grupo Alfa mantêm a maioria das atividades do teatro, que foi inaugurado em abril de 1998. Casado com Clea Dalva, teve cinco filhas, mas nenhuma demonstrou grande interesse na área financeira. O banqueiro nunca foi de fazer muitos planos. Evitava discutir a sucessão e costumava dizer uma frase que ilustra bem sua forma de ver a vida: “Só há uma coisa garantida no futuro: ele não será como a gente espera”. Em 2016, seu neto Roberto Faria Vasconcellos se casou com Heloísa Sicupira, filha do também bilionário Carlos Alberto Sicupira.