sexta-feira, 12 de julho de 2019

BRF e Marfrig: Quem errou????

Naufraga a tentativa de fusão entre BRF e Marfrig

Valor - Luiz Henrique Mendes - 12/07/2019

A fusão entre BRF e Marfrig naufragou. Menos de dois meses após as empresas anunciarem um acordo para negociar uma combinação que criaria uma gigante de carnes com faturamento anual de R$ 80 bilhões, as empresas encerraram as conversas. Divergências em torno da governança corporativa travaram a continuidade das tratativas.

Conforme o Valor apurou, a influência que o empresário Marcos Molina, fundador e principal acionista da Marfrig, pretendia ter na empresa resultante da fusão não foi bem aceita. Desde que as negociações foram anunciadas, em maio, essa era uma das grandes dúvidas no mercado. Fontes que conhecem o empresário sempre demonstraram ceticismo com a possibilidade de Molina ficar com apenas 5,5% do capital da nova empresa, sem poder para definir os rumos do negócio. Na Marfrig, ele detém cerca de 35% das ações e é, na prática, quem dá as cartas. Pelo modelo anunciado em maio pelas duas empresas, os acionistas da BRF teriam 85% da nova companhia, ao passo que os da Marfrig ficariam com os 15% restantes.

O anúncio de que a fusão foi frustrada veio antes do esperado, mas evitará que a BRF tenha gastos adicionais com as auditorias. Em maio, quando anunciaram o acordo de exclusividade para avaliar a fusão, as duas empresas informaram que as negociações ocorreriam por 90 dias, prorrogáveis por mais 30 dias. As conversas poderiam ir até setembro.

Na BRF, a proposta de fusão encontrava resistência em importantes acionistas, como os fundos de pensão Petros e Previ - que, juntos, têm cerca de 20% do capital. No conselho de administração, a fusão também não era unanimidade. Parte do colegiado não via lógica no movimento de produzir carne bovina, segmento de margens mais baixas que as dos negócios de alimentos processados. Uma vertente, no entanto, parecia se inspirar na JBS, que produz todas as proteínas (aves, suínos e bovinos) em diversas regiões do mundo.

À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), BRF e Marfrig informaram que, apesar de não terem chegado a um acordo para a governança da nova companhia, as relações contratuais entre ambas continuarão normais. A principal delas é um contrato de fornecimento de hambúrguer firmado em dezembro, quando a empresa da Marcos Molina comprou a fábrica de hambúrguer de Várzea Grande (MT), por R$ 100 milhões. Ao fechar o negócio, a Marfrig passou a produzir o hambúrguer para as marcas Sadia e Perdigão, líderes nesse mercado.

Ao encerrarem as conversas, BRF e Marfrig terão que trabalhar um discurso palatável aos investidores. De certa forma, as negociações para a fusão representaram um ruído na comunicação de ambas. Na BRF, o agora presidente do conselho de administração, Pedro Parente, e o CEO Lorival Luz vinham dizendo que não haveria golpe de mágica no processo de reestruturação da empresa, ainda muito endividada.

Quando comunicaram a possível fusão, porém, muitos analistas interpretaram como um movimento para que a BRF cumprisse as metas de redução do índice de alavancagem - a Marfrig é menos endividada. No caso da Marfrig, as conversas para a fusão acenderam o alerta em muitos investidores sobre a instabilidade estratégica da companhia - que, depois de muitos anos queimando caixa, parecia ter iniciado no ano passado uma nova era, com a venda da Keystone Foods, forte em frango, e a compra da National Beef, quarto maior produtor frigorífico dos EUA. O discurso era de "simplicidade" nas operações, com foco em carne bovina.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Brasil derrota Argentina no futebol

Messi detona o VAR e a arbitragem

JESUS decide com gol e apoio maravilhosos

Tite agrade a Nossa Senhora a graça alcançada

Mineiros viram Bolsonaro aproveitar-se da vitória dos meninos

Daniel Alves foi o grande garantidor da vitória

Toda equipe está de parabéns!

O campeão voltou!

Nossa solidariedade para com os Hermanos.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Brasil: Terra de Cego?

A barbárie cresce e aparece...

Os loucos, fascistas, conservadores, evangélicos, parentes de amigos e colegas, enfim, também alguns de nossos parentes que foram às ruas a favor do juiz louco e manipulador, também estão angustiados em relação à Reforma da Previdência.

Quanto mais se conhece, mais se convence de que o governo e seus apoiadores estão mentindo.

É impossível agradar a Deus e aos milionários que querem se apropriar dos parcos recursos dos pobres trabalhadores...

O pior é que encontramos um monte de jornalistas mentindo;

Um monte de advogados, mentindo;

Um monte de economistas, mentindo;

Um monte de juízes e promotores, mentindo.

Ao meso tempo, quando perguntamos quando deve se dar a votação,
eles respondem que não sabem, mentindo.

Uma boa parcela de evangélicos apoia o governo e a reforma da previdência que acaba com os direitos dos trabalhadores pobres receberem aposentadoria.

No Brasil, quem tem olho é rei...

sexta-feira, 28 de junho de 2019

O Brasil é só vexame?

A aprendizagem democrática da muito trabalho

É como criar filhos...

O Brasil unificou-se para restabelecer a democracia representativa. Foi só alegria no primeiro momento...

Depois vieram as crises econômicas, e seus desdobramentos foram contaminando a democracia e as pessoas foram ficando irritadas e descrentes com a democracia.

Os políticos se corromperam, o sistema eleitoral facilita que os congressistas legislem em causa própria...

O judiciário passou a substituir o legislativo, e ambos passaram a exigir do executivo que governasse conforme os interesses dos congressistas e não conforme os interesses do povo e do Brasil.

A imprensa, que já apoiou golpes como o de 1964, voltou a defender golpes civis, formando uma Frente Ampla, conservadora e subordinada aos Estados Unidos.

Os movimentos sociais, sindicais e populares, aglutinados nos partidos de esquerda, perderam a batalha econômica e assim ficou fácil mais uma vez derrubar um governo popular e democrático.

Até a seleção brasileira de futebol resolveu dar VEXAME. Mesmo jogando no Brasil...

Para desmoralizar ainda mais, os seguranças da presidência apareceram transportando 39 quilos de COCAÍNA. Enlouqueceram????

Internacionalmente o Brasil está ficando conhecido como o país do VEXAME.

Que vexame!

terça-feira, 25 de junho de 2019

O Brasil precisa de nova ruptura

Os poderes perderam o respeito

Por interesses políticos, por corporativismos aristocráticos, por falta de legitimidade, por falta de seriedade e tantas outras faltas...

Os brasileiros querem contribuir para moralizar o Brasil,
mas os representantes das instituições emperram.


O judiciário tentou apoderar-se da verdade e da moralidade, tentou esconder que tinha partido e tinha posição pré-definida, mas, aos poucos a verdadeira verdade foi aparecendo e até os povo simples que fica refém da TV já entendeu que o processo Lava Jato foi premeditado e é parcial. Mesmo assim a imprensa ainda tenta salvar a imagem dos golpistas, inclusive a própria imprensa.

Enquanto os brasileiros não se unificam para passar um pente fino em todos os poderes, os podres poderes tentam se garantir, mesmo que destruam o Brasil, acabem com sua soberania e acabem com suas empresas...

Enquanto o desemprego cresce assustadoramente, os políticos continuam aprovando leis que protegem os patrões e prejudicam o povo. Os políticos estão aprovando leis que retribuem os apoios políticos e financeiros que os empresários deram para suas campanhas.

De forma confusa, o povo ainda está convencido que:


- é preciso continuar combatendo a corrupção - mas toda e qualquer corrupção;

- é preciso continuar combatendo a ignorância e a má qualidade do ensino;

- é preciso exigir carta-compromisso de transparência e equidade da imprensa;

- é preciso exigir que o judiciário, em vez de fazer leis, as respeitem;

- é preciso garantir que o legislativo, em vez de ficar enrolando, ajude a governar;

- é preciso garantir que os executivos, ajam com transparência, honestidade e competência;

- também é preciso exigir que as Igrejas cuidem mais das "ovelhas do senhor", do que de dinheiro;

- e mais do que tudo, é preciso combater a violência. Seja ela de ladrões e assassinos ou de policiais.


Ou acontecem as mudanças acima, de livre e espontânea vontade, de forma coletiva e respeitosa, ou novas rupturas terão que acontecer, mesmo sacrificando vidas e instituições.

O povo deve estar em primeiro lugar.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Bancários de SP prestam conta para a categoria

Diretoria apresenta o melhor Relatório Analítico do Brasil

No próximo dia 25 de junho, terça-feira, no salão azul no prédio Martinelli, teremos a Assembléia de Prestação de Contas referente ao ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.

O período de 2018 entrou para a história como um ano de lutas e conquistas.


Mesmo o Brasil vivendo sob o controle golpista nas instituições, mesmo o governo golpista fazendo o maior ataque ao sindicalismo e à democracia desde 1934, quando Getúlio Vargas instituiu a ditadura sob seu controle... Desde o governo conservador e privatista de FHC, os trabalhadores estão sendo atacados e as privatizações servem para entregar nossas riquezas aos empresários nacionais e internacionais.

Os balanços e as informações detalhadas estão publicados numa edição especial da Folha Bancária, com quatro páginas exclusivas sobre os dados contábeis e administrativos.

Ivone (presidente), Rosanie (financeira) e todos os dirigentes e funcionários estão de parabéns.


Passada a Assembleia do dia 25, terça-feira, na mesma semana, no dia 27, quinta-feira, teremos mais uma grande assembleia para debater as teses analisando à conjuntura nacional e internacional, analisando o sistema financeiro e as nossas perspectivas.

Pode registrar na sua agenda:

Próxima semana, dia 25, terça-feira, assembléia de prestação de contas;

quinta-feira, dia 27, assembleia para debater conjuntura e eleger delegados ao congressos nacional e estadual da CUT.

DEMOCRACIA SE APRENDE PRATICANDO.


quarta-feira, 19 de junho de 2019

O Brasil dilacerado

A urgência de entender o Brasil

"Estava convencida de que o que, às vezes, parece muito íntimo, é também político.
Agora, é o inverso, o político é que é íntimo.

Perder um ente querido pode ser muito triste, DILACERANTE
,
mas estamos na iminência de perder a nação,
e aí a dor é infinita.

Estou lutando pela minha, pela nossa identidade."

Estas belas palavras acima são da cineasta Petra Costa, e estão no artigo do crítico de cinema Luiz Carlos Merten, no Estadão de hoje. Assim vocês entendem o porquê de eu manter assinaturas de jornais conservadores e golpistas... Os cadernos de cultura continuam bons.

O artigo fala sobre o lançamento do filme "Democracia em Vertigem"
, de Petra Costa. Um filme Netflix disponível a partir de hoje. Fui conferir e confirmei que já está disponível para assinantes da Netflix.

Petra já dirigiu filmes marcantes como "Elena" e "O Olmo e a Gaivota", mas, para nós, além de cineasta, Petra, é a filha de Marília Andrade, nossa amiga de muitos anos, dona da Juruês, editora da Gazeta de Pinheiros e dona da gráfica onde a gente rodava (imprimia)a Folha Bancária.

Uma vez, quando passava pela sala de casa, ouvi uma voz na TV que eu conhecia... era a voz de Marília ou de Petra, não lembro, mas parei para assistir e fiquei impressionado com o filme.

Outra vez, fui numa reunião no Instituto Lula e lá fui apresentado a uma menina de nome Petra. Quando falei que era amigo de sua mãe ela riu e disse que realmente a mãe era muito conhecida pelos mais velhos... Contei da viagem à França e ela voltou a dar um sorriso.

Hoje, ao dar uma folheada no Estadão para ver os artigos sobre o jogo Brasil e Venezuela, achei na última página do jornal e do Caderno2, o belo artigo de Merten sobre o novo filme de Petra.

Petra nos dá uma bela contribuição para a gente tentar entender e interagir com o que está acontecendo com o Brasil e com as pessoas.

Vocês já repararam quanta gente está doente, dilaceradas, sofridas e sem respostas???

Em diferentes países países, Petra ouviu gente lhe dizer que não havia feito um filme só sobre o Brasil,e que o filme dela captava um momento crítico da história do mundo, ajudava a entender os EUA sob Trump, a direitização de vários países da Europa. (Palavras de Petra e de Merten).

Daí a urgência de entender o Brasil...